Sobre a Campanha
A Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (SBNPE) apresenta a campanha Nutrition Education in Medical Schools (NEMS), uma iniciativa desenvolvida pela European Society for Clinical Nutrition and Metabolism (ESPEN) para integrar a educação em nutrição aos currículos de medicina. Ao aderir a essa proposta, a SBNPE alinha-se às melhores práticas internacionais e convida profissionais de saúde e professores universitários a colaborar na construção de uma formação médica mais completa.
Trata-se de um movimento pautado por evidências científicas, que valoriza a nutrição como componente essencial na prevenção e no manejo das doenças crônicas. Ao incorporar o ensino de nutrição nas diferentes etapas da graduação médica, cultivamos gerações de médicos com habilidades atualizadas para orientar pacientes, participar de equipes multidisciplinares e implementar estratégias de cuidado centradas na pessoa.
Por que aderir?
Três pilares fundamentais que demonstram a importância da educação nutricional na formação médica
Relevância clínica
A formação nutricional fortalece o raciocínio clínico e favorece decisões terapêuticas baseadas em evidências.
Integração interdisciplinar
A nutrição conecta conhecimentos de fisiologia, bioquímica, saúde pública e prática clínica, estimulando diálogo entre disciplinas.
Responsabilidade social
Médicos bem formados contribuem para políticas de saúde mais efetivas e para a redução de morbidades relacionadas à alimentação.
Manifesto NEMS
European Society for Clinical Nutrition and Metabolism (ESPEN)
A seguir, apresentamos na íntegra o manifesto elaborado pela ESPEN, que orienta a implementação da educação em nutrição nas escolas médicas:
1 A educação em nutrição é necessária na formação de profissionais de saúde, incluindo estudantes de medicina, e deve ser obrigatória em todas as Faculdades de Medicina.
2 Estudantes de medicina precisam de uma educação nutricional baseada em evidências para compreender a importância da nutrição na saúde e na doença.
3 Durante o treinamento médico universitário, os alunos devem receber informações obrigatórias sobre nutrição humana em seus três domínios: nutrição básica, nutrição aplicada ou de saúde pública e nutrição clínica.
4 A forma de organizar esses temas no currículo dependerá de cada universidade, levando em consideração as características de cada centro (modelos de ensino, disponibilidade de docentes, tempo e créditos).
5 Combinar integração vertical ou horizontal de aulas tradicionais, seminários e/ou sessões de prática clínica, incluindo também novas ferramentas de ensino, recursos digitais e ensino a distância.
Como participar
A SBNPE convida docentes de cursos de medicina, gestores acadêmicos e profissionais de saúde a incorporarem as diretrizes do manifesto em seus currículos e práticas de ensino. Isso pode ser feito por meio da criação de comissões curriculares de nutrição, da adoção de metodologias ativas e da cooperação com outras instituições que já estão avançando nessa agenda.
Para saber mais, acesse os materiais completos da ESPEN e entre em contato conosco para discutir ações conjuntas. Reconhecemos a ESPEN como nossa parceira e inspiração nesta campanha, e agradecemos sua liderança em promover a educação nutricional como pilar da formação médica.
Para participar enviar por e-mail adm@sbnpe.org.br
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